Ciência / Mundo

Marinha dos EUA reconhece veracidade de vídeos com OVNIs

Imagens foram divulgadas pela Academia de Artes e Ciências To The Stars

Foto: Pixabay/Creative Commons
Disco voador
Marinha dos EUA admitiu a autenticidade de três vídeos que mostram imagens de OVNI

Há muitos anos os homens sonham com a vida em outros planetas e possíveis possibilidades de contato. A esperança é tanta que já virou tema de diversos filmes e livros de ficção científica ao longo de gerações. Para a felicidade dos entusiastas da vida extraterrestre a Marinha dos Estados Unidos admitiu a autenticidade de três vídeos militares que mostram imagens do que parecem ser Objetos Voadores Não Identificados, os famosos OVNIs. 

As imagens foram captadas em 2004 e, segundo declarações dadas pelo órgão ao blog The Black Vault, “a Marinha designa os objetos contidos nesses vídeos como fenômenos aéreos não identificados”. Nas imagens é possível ver um objeto não identificado pairando no ar e foi divulgado em 2017 pelo jornal New York Times e pela Academia de Artes e Ciências To The Stars, grupo de pesquisa sobre OVNIs do ex-membro do Blink-182, Tom Delonge.

 

“Apareceu repentinamente a 80 mil pés e depois foi arremessado em direção ao mar, eventualmente parando a 20 mil pés e pairando”, descreve um relatório publicado pelo New York Times, quando os vídeos vieram à tona pela primeira vez. O segundo vídeo foi feito em 2015 e mostra imagens dos supostos OVNIs captadas por um avião de caça do governo americano. 

Nos vídeos, os objetos realizaram manobras aéreas que seriam impossíveis para a tecnologia de aviação atual. A intenção da Marinha era que os vídeos não chegassem ao conhecimento da população e o órgão se recusa a chamá-los de "discos voadores", mas de “fenômenos aéreos não identificados e inexplicáveis”. Nomeados de “FLIR1”, “Gimbal” e “GoFast” os vídeos mostram as equipes aéreas tentando identificar o que poderiam ser os objetos e de onde vieram.

 

“Apareceu repentinamente a 80 mil pés e depois foi arremessado em direção ao mar, eventualmente parando a 20 mil pés e pairando”, descreve um relatório publicado pelo New York Times, quando os vídeos vieram à tona pela primeira vez. O segundo vídeo foi feito em 2015 e mostra imagens dos supostos OVNIs captadas por um avião de caça do governo americano. 

Nos vídeos, os objetos realizaram manobras aéreas que seriam impossíveis para a tecnologia de aviação atual. A intenção da Marinha era que os vídeos não chegassem ao conhecimento da população e o órgão se recusa a chamá-los de "discos voadores", mas de “fenômenos aéreos não identificados e inexplicáveis”. Nomeados de “FLIR1”, “Gimbal” e “GoFast” os vídeos mostram as equipes aéreas tentando identificar o que poderiam ser os objetos e de onde vieram.

 

“Apareceu repentinamente a 80 mil pés e depois foi arremessado em direção ao mar, eventualmente parando a 20 mil pés e pairando”, descreve um relatório publicado pelo New York Times, quando os vídeos vieram à tona pela primeira vez. O segundo vídeo foi feito em 2015 e mostra imagens dos supostos OVNIs captadas por um avião de caça do governo americano. 

Nos vídeos, os objetos realizaram manobras aéreas que seriam impossíveis para a tecnologia de aviação atual. A intenção da Marinha era que os vídeos não chegassem ao conhecimento da população e o órgão se recusa a chamá-los de "discos voadores", mas de “fenômenos aéreos não identificados e inexplicáveis”. Nomeados de “FLIR1”, “Gimbal” e “GoFast” os vídeos mostram as equipes aéreas tentando identificar o que poderiam ser os objetos e de onde vieram.

 

“Apareceu repentinamente a 80 mil pés e depois foi arremessado em direção ao mar, eventualmente parando a 20 mil pés e pairando”, descreve um relatório publicado pelo New York Times, quando os vídeos vieram à tona pela primeira vez. O segundo vídeo foi feito em 2015 e mostra imagens dos supostos OVNIs captadas por um avião de caça do governo americano. 

Nos vídeos, os objetos realizaram manobras aéreas que seriam impossíveis para a tecnologia de aviação atual. A intenção da Marinha era que os vídeos não chegassem ao conhecimento da população e o órgão se recusa a chamá-los de "discos voadores", mas de “fenômenos aéreos não identificados e inexplicáveis”. Nomeados de “FLIR1”, “Gimbal” e “GoFast” os vídeos mostram as equipes aéreas tentando identificar o que poderiam ser os objetos e de onde vieram.