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Conselho Estadual de Cultura realiza plenária e eleição de nova mesa diretora

Presença feminina na candidatura marca a importância e a representatividade do gênero

Membros do Conselho Estadual de Cultura da Bahia (CEC) se reúnem nesta segunda-feira, 27, para a realização da 3ª e 4ª Sessões Plenárias que terão como uma das pautas a eleição da nova gestão do órgão.

 A plenária acontece a partir das 9h30 da manhã na nova sede do CEC, localizada na Rua Marechal Floriano, SN, no bairro do Canela, em Salvador.

A primeira sessão plenária realizada pela manhã começará com a leitura e aprovação de ATA, seguido de informes dos conselheiros e conselheiras, discussões de projetos e pareceres e abertura para pauta: ‘’Fala Sociedade’’. 

Ainda na parte da manhã a plenária aprecia o parecer da solicitação de registro especial como Patrimônio Imaterial da Manifestação Procissão do Fogaréu, do Município de Serrinha, de autoria da Conselheira Ana Vaneska, que foi aprovado por unanimidade pela Câmara de Patrimônio Histórico, Artístico, Arqueológico Natural do CEC.

Já no período da tarde a partir das 14h à sessão seguirá com a fala da atual mesa diretora que é composta por Emílio Tapioca e Ana Vaneska, presidente e vice-presidente respectivamente.

Em seguida se dará início ao processo de eleição. Os conselheiros titulares foram convocados para participar do processo eleitoral, assim como foi expedida a convocação para os interessados em ocupar a nova gestão, cuja inscrição de chapas foi realizada via e-mail até o dia 20 de maio.

Conforme previsto no capítulo IV, artigo 28° no regimento Interno do Conselho Estadual de Cultura, o mandato do presidente e vice-presidente é de dois anos, sendo permitida uma única reeleição após o fim de um primeiro mandato.

Duas chapas estão inscritas para o processo eleitoral (por ordem de inscrição):

CHAPA I - Suely Melo (presidente) e Bruna Setenta (vice-presidente).

CHAPA II - Adinil Batista de Souza (Pan Batista Mene) (presidente) e Junieques Santos (Juniex Santos) (vice-presidente).

Antes da votação cada chapa terá 10 minutos para defender e apresentar as plataformas de ações que pretendem caso eleitos para as atividades no Conselho, em seguida todos os membros elegerão a mesa com voto secreto.

Nesta eleição se destaca a presença feminina como candidatas para assumir o biênio 2019-2022. São duas conselheiras candidatas à presidência e uma candidata para vice-presidência, ambas atuam e demonstram em seus perfis conhecimento em diversas temáticas culturais.

‘’A candidata eleita e a vice-presidência respectivamente assumem o papel de responsabilidade enquanto mesa diretora, sobretudo na condução de políticas públicas participativas, mantendo sempre o diálogo com os segmentos culturais, com a sociedade civil, com o poder público, no fortalecimento dos sistemas municipais de cultura e conhecimento do que ocorre na política territorial do estado, além da conexão com demais secretárias que atuam no âmbito da cultura, entre outras atribuições no CEC”. Afirma o atual presidente do Conselho, Emílio Tapioca.

Tapioca reitera ainda que: ‘’A eleição para gestão do órgão e para a escolha de novos conselheiros é uma conquista pioneira alcançada pela sociedade civil organizada da Bahia.

A legitimidade e a pluralidade da atuação do Conselho se fiam na escolha direta dos diversos atores do fazer cultural, que agem nos segmentos e nos territórios, tornando-os seus fiéis representantes”. Conclui.

O CONSELHO - Órgão colegiado do Sistema Estadual de Cultura, o Conselho Estadual de Cultura da Bahia (CEC) tem entre suas atribuições a missão de apreciar e contribuir com a elaboração e o cumprimento do Plano Estadual de Cultura.

Além disso, deve propor e estimular a discussão sobre temas relevantes para a cultura na Bahia, assim como promover a participação da sociedade civil na definição e fiscalização das políticas, programas, projetos e ações culturais.