Livros

Primeira ficção científica brasileira volta às livrarias

É "Zanzalá", do romancista e jornalista cubatense Afonso Schmidt

A editora Simonsen e o movimento de educação criativa #Tâmusaê resolveram reeditar a primeira ficção científica genuinamente brasileira, "Zanzalá", do romancista e jornalista cubatense Afonso Schmidt.

É uma obra visionária: já em 1928, imaginava uma cidade do futuro com carros autônomos, alimentação vegana, escola agrícola, geração de energia eólica e sistema penal humanizado.

"Literatura é transformar a vida em sonhos e os sonhos em vida", diz o editor Rodrigo Simonsen, "e ‘Zanzalá’ pode ser o primeiro passo para termos grandes líderes, homens preparados para os desafios do século XXI, que vejam no empreendedorismo a fonte de mudanças significativas."

Em novo formato, com ilustração de capa feita por Robson Borges e projeto gráfico encabeçado por Isaque Pereira, do Estudio Mixto, o livro chega às livrarias no próximo mês e seu editor espera que seja retomado o interesse pela obra schmidtiana. "É hora de resgatar este grande autor", diz Simonsen.