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Parto normal: obstetra esclarece seis mitos e verdades

Este método necessita que a dilatação esteja em dez centímetros

O parto normal é feito entre a 37ª e a 41ª semana de gestação, no momento em que as contrações se iniciam a cada cinco minutos, alertando que o bebê já está pronto para nascer. Este método necessita que a dilatação esteja em, aproximadamente, dez centímetros.

Pensando nas futuras mamães que desejam o parto normal, a obstetra  Dra. Maria Elisa Noriler, esclarece o que é mito ou verdade sobre essa técnica.

Parto normal dói muito. Depende Esse é um dos maiores medos das gestantes, mas é válido destacar que algumas mulheres toleram a dor com uma facilidade maior, outras não. “Atualmente os hospitais contam com técnicas para ajudar a tornar esse momento mais tranquilo que vão desde música ambiente, massagens até banho de banheira,” explica a especialista.

Parto normal sempre vai precisar de episiotomia. Mito Essa incisão no períneo feita para aumentar a abertura da passagem do feto, não deve ser realizada rotineiramente, somente em casos de necessidade que é quando o médico percebe que não existe espaço suficiente para o bebê nascer.

Parto normal favorece o aparecimento leite materno. Verdade A demora para a primeira mamada após esse procedimento é de em média 4 horas. Isso acontece devido à harmonia dos hormônios e o amadurecimento da placenta que favorecem a descida do leite.

Parto normal alarga a vagina da mulher e prejudica a relação sexual do casal. Mito A musculatura da vagina é elástico e capaz de voltar ao normal após esse procedimento.

Quadril estreito impossibilita o parto normal. Mito O bebê é capaz de se adaptar com os diâmetros da bacia, fato que é avaliado pelo obstetra durante o pré-natal.

Parto normal oferece vantagens para a mãe e o bebê. Verdade Entre suas vantagens estão a fácil recuperação da mulher, baixo risco de infecção materna e um maior vínculo entre mãe e filho. Essa é uma opção que não possui desvantagens e é a mais aconselhada pelos especialistas. 

“Em caso de dúvida sobre realizar ou não esse procedimento, converse com seu obstetra que é o especialista mais indicado para esclarecer e tranquilizar sobre esses assunto”, finaliza Maria Elisa.