Política

TCU proíbe nora de Lula de exercer cargo público

A Corte concluiu que ela foi funcionária fantasma do Sesi quando Meneguelli comandou a instituição

O TCU proibiu Marlene Araújo Lula da Silva, nora do ex-presidente Lula, além de Jair Meneguelli, ex-presidente do Sesi, e Rogério Aurélio Pimentel (que pagava despesas do famoso sítio de Atibaia), de exercer cargo de confiança em órgãos públicos por três anos. A Corte concluiu que ela foi funcionária fantasma do Sesi quando Meneguelli comandou a instituição.

“Inabilitar os responsáveis Jair Antônio Meneguelli, Marlene Araújo Lula da Silva, e Rogério Aurélio Pimentel pelo prazo de três anos, para o exercício de cargo em comissão ou função de confiança no âmbito da Administração Pública Federal, com fundamento no art. 60 da Lei 8.443/1992 c/c o art. 270 do RI/TCU”, diz decisão da Corte de Contas, que tem aplicação imediata.

Marlene é casada com Sandro Luís Lula da Silva. A coluna Expresso, da revista Época, mostrou que ela e Meneguelli foram condenados pelo TCU a devolver R$ 173 mil aos cofres da entidade.