Bahia / Economia

Academias são o tipo de negócio mais procurado na Bahia

Dado é apontado pelo hábito de uso do Radar Sebrae em 2017

Foto: Pixabay/Creative Commons
O setor de academias está à frente dos de roupas, bares e lanchonetes
O setor de academias está à frente dos de roupas, bares e lanchonetes

As academias foram o negócio mais buscado por empreendedores baianos em 2017, no Radar Sebrae.

Lançada em março, a ferramenta gratuita permite que o empreendedor pesquise qual é o melhor bairro para abrir um negócio de um determinado segmento, indicando até mesmo as melhores ruas para o novo empreendimento.

Comércios de roupas e confecções, bares e restaurantes, lanchonetes e açougues também estão na mira dos empreendedores baianos. 

A base de dados do Radar Sebrae permite buscas em 14 municípios baianos: Barreiras, Camaçari, Ilhéus, Itabuna, Juazeiro, Lauro de Freitas, Porto Seguro, Salvador, Vitória da Conquista, Feira de Santana, Santo Antônio de Jesus, Irecê, Jacobina e Teixeira de Freitas.

Além da busca pelo tipo de negócio, também é possível selecionar um bairro e descobrir quais são os negócios com maiores chances de sucesso no local.

10 negócios mais pesquisados no Radar Sebrae:

1º - Academias
2º - Comércio de roupas e confecções 
3º - Bares e restaurantes 
4º - Lanchonete 
5º - Açougues 
6º - Comércio varejista de bebidas 
7º - Farmácias 
8º - Calçados 
9º - Agência de publicidade
10º - Serviços advocatícios

Pequenos negócios

Puxando a geração de emprego na Bahia, as micro e pequenas empresas (MPE) do estado acumularam saldo positivo de 11.911 empregos em 2017, de janeiro a outubro. O saldo é o maior do Nordeste no período, com os pequenos negócios do Ceará em seguida, com 8.993 postos criados.

Os dados são de levantamento feito pelo Sebrae com base no Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), fornecido pelo Ministério do Trabalho e Emprego.

O resultado positivo é animador para o universo dos pequenos empreendedores. Em outubro de 2016, por exemplo, os pequenos negócios do estado haviam registrado a perda de 1.746 vagas de emprego. Já no mesmo mês, em 2017, os dados apontam a criação de 1.878 vagas de emprego pelas MPE baianas, concentradas em sua maioria nos setores de comércio e serviços.

Entre as médias e grandes empresas (MGE), o saldo no período ainda é negativo, com menos 4.683 postos de trabalho.