Pedro Oliveira

Diário do Sisal - Coluna de 2/1/2018

Fábrica de couro em Ipirá produz 3 mil unidades/dia
A vida é como uma joia rara e a Aredda Courum não é diferente.

Com capacidade de produzir até 3 mil unidades ao dia, a empresa especializada na fabricação de peças em couro é resultado do empreendedorismo de seu fundador, Dílson Gomes da Silva que, em 1996, decidiu abrir uma pequena fábrica no distrito de Malhador, em Ipirá, para produzir carteiras.

Ao longo desses 21 anos de mercado, a grife nunca deixou de acompanhar as tendências da moda brasileira e mundial, e hoje conta com mais de 200 itens.

Nesse período, a empresa tem se destacado pela produção de bolsas, chapéus, capangas, pastas, malas, carteiras, cintos, chaveiros, entre outros objetos feitos em couro legítimo.

Segundo o diretor comercial, Lucas Manoel Oliveira Silva, no inicio todas as peças eram feitas artesanalmente, gerando uma produção diária de 300 unidades e era voltada para pequenos atacadistas que as revendiam em pequenas lojas ou feiras livre.

Hoje, a produção se multiplicou e  esses números são da ordem de 3 mil peças/dia.

O aumento da demanda ocasionou o aperfeiçoamento do sistema produtivo e foi feito investimento em equipamentos, infraestrutura e mão-de-obra.

Apostando na vocação ipiraense para a produção de produtos em couro de qualidade, a Aredda se instalou em uma área de 1,5 mil m² e gera mais de 200 empregos diretos.

A empresa justifica sua posição de benchmark regional, sendo a primeira marca do município a abrir uma loja virtual para atender clientes em todo o país.

A Aredda aposta, também, num novo formato de loja e, para isso, conta com unidades em Feira de Santana e Salvador, disponibilizando todo o seu mix de bolsas, carteiras, cintos, acessórios, além de seus já consagrados calçados.

Empresa gera mais de 200 empregos
O grande diferencial da empresa no mercado em comparação às grandes grifes e preias, fica por conta de que 90% da sua clientela são mulheres.

Com 38 opções de bolsas femininas, a unidade fabril, chega a produzir 300 unidades desse material/dia, com preços que variam de R$ 180,00 a R$ 400,00 cada.

Já as carteiras de cédulas são 900, com preço entre R$ 30,00 e R$ 100,00, além dos demais acessórios.

Dos 26 estados da federação, só três não recebem seus produtos.

A Bahia lidera o consumo de vendas, seguida de Sergipe, São Paulo e Rio de Janeiro.

A plataforma em Ipirá, não produz calçados.

O produto que abastece a rede de lojas vem de parceria com os polos calçadistas do Sul e Sudeste do país – São Paulo e Rio Grande do Sul -.

“Hoje, temos mais de 3 mil tipos de calçados nas linhas masculino, feminino, infantil, de acordo com a bandeira de cada loja - já que 98% de nosso público alvo é feminino -, que adquire, em quantidade, nossos calçados e bolsas. Esse é um diferencial da nossa marca em relação a outras lojas, até pela complexidade que o setor exige. E a Aredda não tem concorrente que trabalha nesse nível”, explica Lucas Oliveira.

Tayrone pela primeira vez em Santaluz
O cantor Tayrone, que foi uma das principais atrações da recente festa do Hangar, realizada na cidade de Valente, estará de volta à região sisaleira dia 3 de fevereiro, desta vez para fazer o show Tayrone Exclusive, com 2h30min de duração, na cidade de Santaluz.

Essa é a primeira vez que o artista se apresentará no município.

O evento, que promete atrair um grandioso público, contará, também, com a presença de fãs procedentes de várias cidades próximas.

A festa organizada pelo Casebre Produções, que tem à frente da empresa o advogado Thiago Miranda, conta com apoio cultural de Junior do Max Santaluzia.

O primeiro lote de ingressos já está disponibilizado ao público, e pode ser encontrado nos principais pontos de venda nas cidades de Santaluz, Queimadas, Valente, Retirolândia, Conceição do Coité, Riachão do Jacuípe, São Domingos, entre outras.