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Política

Candidatos a lista tríplice da PGR defendem Lava Jato

O debate teve início por volta das 14h e continuava após as 16h

por
Estadão Conteúdo
Publicada em 19/06/2017 19:03:54
Foto: Agência Brasil

<p>O quinto debate que ocorre nesta segunda-feira, 19, no Rio, entre os oito candidatos à formação da Lista Tríplice para procurador-geral da República tem entre os temas centrais a Operação Lava Jato. Um dos candidatos fez ainda críticas a uma fala de hoje do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) e presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Gilmar Mendes. O debate teve início por volta das 14h e continuava após as 16h.</p> <p>O ministro Gilmar Mendes disse em outro evento, realizado em Pernambuco, que há abusos em investigações. “Afirmar que o Ministério Público Federal (MPF) tem exagerado não condiz com a verdade. Venho aqui repudiar essa fala, que é um desserviço”, disse o subprocurador-geral da República, Nicolao Dino, que faz parte da equipe do atual procurador-geral da República, Rodrigo Janot.Outro candidato, o subprocurador geral da República, Eitel Santiago, disse que Mendes “tem sido complicado às vezes por falar demais”. Santiago também afirmou que se for escolhido para a vaga de procurador-geral da República dará continuidade às investigações “mas com obediência à lei”.</p> <p>“Vou lutar para os colegas continuarem combatendo a corrupção.”Em tom de provocação, Santiago citou ainda que outra candidata, Raquel Dodge, teria o apoio de Mendes – ela é vista como uma das favoritas à lista, ao lado do subprocurador da República Mario Bonsaglia. “Não procurei o ministro (da Justiça) Torquato (Jardim) ou Gilmar Mendes para que apoiassem o meu nome. Tenho me dirigido apenas internamente à classe. Mas caso entre na lista, farei contatos, como com o ministro da Justiça”, respondeu Raquel Dodge.A subprocuradora foi uma das candidatas que fizeram defesa da Operação Lava Jato. “Não podemos regredir nem titubear, apoiarei a Lava Jato. Se necessário a ampliarei. A Lava Jato tem demonstrado que ninguém está acima da lei”, disse Raquel.</p> <p>O subprocurador Mario Bonsaglia disse que, caso eleito, a Lava Jato “vai prosseguir com toda firmeza e apoio”. Ele afirmou que dará prosseguimento às forças-tarefas de Curitiba, do Rio, entre outras.Também houve críticas à atuação de Janot. “Houve grande centralização durante a gestão de Rodrigo (Janot), o que não foi bom”, disse a subprocuradora-geral da República Sandra Verônica Cureau. Segundo ela, Janot disse uma vez que a destinação das verbas da Procuradoria seria inteiramente para a Lava Jato, em detrimento a outras investigações, referindo-se ao rompimento de uma barragem de rejeitos de mineração da Samarco, no fim de 2015.</p>

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